quarta-feira, 23 de setembro de 2009

História de Pescador

Aula de Técnicas de Redação e Reportagem.
Objetivo: Noticiar um conto infantil.
Conto: Simbá, o marinheiro.


De limpador de convés a milionário
A incrível história do garoto que se perdeu no mar e voltou rico.
Por Marina de Oliveira

Ontem a tarde, na baía de Marinland(Austrália), atracou o navio com o mais jovem milionário da história da cidade. O garoto Simbá (18) havia se perdido há cinco dias numa das piores tempestades que a tripulação do “Black Pearl”, que voltava das Ilhas Fiji, já havia enfrentado. Após quatro dias de busca, ele foi encontrado ontem em uma ilha deserta com um, pasmem, diamante Rose – o mais raro do mundo todo.

A aventura de Simbá teve início quando, em meio da tormenta, ele caiu em alto mar. Para sobreviver, o jovem marinheiro se agarrou a um pedaço de madeira e deixou a correnteza o levar. Passou a noite flutuando até chegar em uma ilha estranha que nunca vira nos mapas do seu capitão. Morrendo de fome, começou a explorar a ilha a procura de alimento. Após um tempo andando, acabou caindo, sem querer, em um buraco cheio de pedras preciosas, “Era algo incrível! Havia rubis, esmeraldas e diamantes de todas as cores!” Simbá descreveu. Foi aí que avistou um grande perigo: anacondas vindo em sua direção. Tudo aconteceu tão rápido que ele só conseguiu pegar a pedra mais próxima para depois sair de lá correndo. Simbá, então, passou dois dias na praia da ilha esperando ser avistado e, para sobreviver, ele comia cocos e bebia da sua água.

Ao voltar para o continente, a história fantástica logo se espalhou pela população. Ninguém acreditava no jovem marinheiro, todos pensavam que era só invenção de sua mente. Porém, logo tudo mudou quando ele mostrou o magnífico diamante Rose. Estima-se que a pedra valha, pelo menos, $ 1.000.000, o que faz de Simbá o primeiro milionário de Marinland. 

Narrativas de serventes que viram milionário da noite para o dia é sempre um assunto bastante comentando. Recentemente, o ganhador do Oscar de melhor filme de 2009 “Slumdog Millionaire” abordou isso com protagonista Jamal, um servidor de café que ganhou um milhão de rúpias em um programa indiano de perguntas e respostas. Já Simbá era um limpador de convés. Será que os dois teriam mais algo em comum? Quando perguntado se ele, como Jamal, havia se tornado milionário por um grande amor, ele riu e respondeu “Nem sabia que o valor do Rose era tão alto, mas vou dedicá-lo ao meu amor sim. Agora construirei meu próprio barco para explorar todo o mar, minha maior paixão.”


Brincadeirinha:
-> Notícias relacionadas: Cartógrafos e Cientistas procuram a ilha misteriosa de Simbá. Seria ela a verdadeira ilha do seriado americano LOST?

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Transmimento de Pensassão



Não é impressionante como as pessoas próximas a você parecem adivinhar seus pensamentos?

Hoje mesmo depois do almoço. Eu e Jacque conversávamos eis que passa um japonês/coreano/chinês (não soubemos diferenciar porque estávamos mais preocupadas com os braços dele...) muito sarado. Paramos na mesma hora, esperamos ele passar e na mesma hora dissemos "Saudável, não?"

Engraçado que nem sempre são palavras. A energia está tão sintonizada que acabamos por vestir as mesmas cores de roupa. Lembro que quando fui assistente dos seminários Insight junto com alguns amigos, eu, Mariana, Gustavo e Mayara tinhamos as manhas de usar as mesmas cores sem combinar. Até Luango e eu já fomos de blusa polo branca para a mesma aula! HUAUHUA

Meu cachorro, Indy (Indiana Jones), também adora me encarar e já consigo saber direitinho o que ele quer.

Tá que ele é um animal... ele não quer coisas muito diferentes de passear, comer, brincar e fazer carinho. Mas, como eu o amo, não vou deixar de incluí-lo.

Adoro essas conexões bobas, que demonstram o quanto nós estamos ligados com aquelas pessoas que gostamos.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

My Favourite Song

Nesses questionários de internet, sempre perguntam sobre qual é a sua música favorita. Não sei vocês, mas eu sempre tive uma dificuldade tremenda de nomear apenas uma.

Para mim, música é como, sei lá, vida. Juro que se eu pudesse, escutaria música 24 horas por dia. Eu adoraria que as minhas músicas casassem com os momentos que vivo

A trilha sonora dos corredores da UnB seria qualquer música agitada do McFly.
No meu carro tocaria o melhor do rock nacional e MPB.
As baladas só teriam K-Pop.
Deitada no meu quarto e pensando viria as músicas mais calmas de várias línguas.
Com as minhas amigas, daria o melhor de "Girls just wanna have fun".
Com os amigos, sairia um punk rock e Weezer.
Quando visse aquele cara que faz meu coração mais rápido, entraria as baladas românticas da Taylor Swift e Jason Mraz.

E eu poderia continuar.

Só que eu resolvi me esforçar um pouco e eleger apenas uma. Ela estava entre as minhas favoritas, mas ela ganhou um lugar especial por demonstrar o espírito de liberdade que eu tanto prezo. Por ser divertida e inteligente. Por ser daquelas que nem dá vontade de parar de ouvir.

Já escutaram Infinita Highway dos Engenheiros do Hawaii?

Depois, se puderem, procurem a original que é infinitamente melhor. hehehe.

Meu sonho é viajar com meu namorado e amigos para um país, alugar um carro e conhecer tudo. Daí, quando estivéssemos naquela estrada sem nada, com aquele horizonte perfeito, colocaria essa música no máximo. Acho que eu me sentiria completamente realizada.

E você, qual é a sua música favorita?

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Distant Dreamer

Distant Dreamer é uma música da Duffy que me conforta muito. Toda vez que estou ansiosa ou muito agitada, eu a escuto.
A letra é muito bacana, e eu acho a minha cara.

Afinal, meu lema é uma frase do mestre Confúcio que diz mais ou menos assim: "Quem têm os pés no chão, não consegue vestir as calças." Ou seja, permita-se sempre sonhar. Quando você realmente quer alguma coisa e essa mesma coisa lhe fará bem, o universo conspira para que isso aconteça.



Sonhadora Distante

Embora você
pense que eu consiga lidar
A minha cabeça esta cheia
de esperança
de algum lugar
que não aqui

Embora você
pense que eu esteja sorrindo
por dentro o tempo todo
eu estou perguntando sobre
o meu destino

Estou pensando
em todas as coisas
Que eu gostaria de fazer
na minha vida

refrão:
Eu sou uma sonhadora
uma sonhadora distante
que sonha com a esperança
a partir de hoje

Mesmo quando você
me vê triste
meu coração
não me deixa para baixo
Porque sei
há coisas melhores
Para vir

E quando a vida
parece dura
Eu sinto
que eu tenho o suficiente
Eu me agarro a estrela distante

Estou pensando
em todas as coisas
Que eu gostaria de fazer
na minha vida

Eu sou uma sonhadora

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Ah... a Arte!

Sou uma amante das artes, não posso negar. E não falo de música e cinema, falo de pinturas e movimentos artísticos.

Lembro que quando comecei a estudar Artes no colégio não tem que me fizesse gostar. Claro, né?No Ensino Fundamental me botavam para decifrar "música eletrônica e música natural", fazer uma "performance" de Sonho de Uma noite de Verão de Shakespeare e montar uma "instalação" de uma favela onde a galera inventou de fumar orégano para os professores avaliarem. Como é que eu ia gostar disso?

Foi no Ensino Médio que tudo mudou. Comecei a ver história da arte mesmo. A premissa era maravilhosa, fiquei super empolgada. Só que no 1o ano só vi pinturas rupestres, arte indígena e barroca... O coisinha chata. Odiei! Voltei a odiar Artes com todas as minhas forças.

Então veio o 2o ano. Minha professora era um amor e me chamava de Monalisa(não que eu ache isso um elogio, convenhamos que dona La Gioconda é feia de doer) porque ela adorou a minha foto encenando a mesma no ano anterior. Até o meio do ano, meu gosto pela arte evoluiu. Vimos Neoclassicismo, Romantismo, Realismo... enfim, pinturas mais bacanas.

Em julho tive a oportunidade de viajar para Espanha. Conhecendo a cidade, acabei por parar em uma rua cheia de museus. Vi que o Museu do Prado estava tendo duas exposições e uma era de Picasso. Ok, entrei pensando em ir na do mestre espanhol, mas acabei por entrar na outra(que era o acervo do próprio museu). Essa era uma espécie de linha do tempo nas artes. Começando pelas chatas pinturas rupestres, né?Daí fui seguindo e entrei na porta do Realismo. Assim que entrei na sala dei de cara com "Las Meninas" de Velázquez.



Meus olhos se iluminaram.

Não acreditava que estava vendo o quadro considerado mais artístico de toda a história. E o mais legal é o que o havia estudado poucas semanas antes de viajar. Fiquei encantada com a sensação de ver ao vivo algo que só via nos livros. Eu já havia visto a, de novo, Monalisa, mas nada se comparou com a grandeza (subjetivamente e literalmente) de "As Meninas".

A partir daí me apaixonei por arte. Escolhi meus artistas favoritos e até fui a 27a Bienal de São Paulo! Toda vez que estou em algum lugar que sei que possa ter alguma pintura que me interessa, faço de tudo para ir, apesar de ter esquecido de ver a "A Bailarina de bronze" de Degas em San Franscisco.

Meus amadinhos são: Velásquez, obviamente, Degas, Renoir, Monet, Klimt, Picasso, Matisse, Mondrian, Lichtenstein, Van Gogh e Munch.

Uma vez fiz uma homenagem ao Munch e criei "A Grita"!!!!!!



Podem dizer, eu sou genial!